Sótão

Lugar mítico da infância, mas também da loucura. Arquivo misterioso da nossa história, e da sua efabulação. Abrigo ingénuo, ou esconderijo de fantasmas e fantasias. Quantas vidas cabem num sótão?

Entre o pó e os ruídos da madeira, Madalena Sá Fernandes revisita episódios íntimos, memórias de violência e relações que deixaram marcas, balança entre a aprendizagem da autonomia e a ternura da maternidade, mostra como o corpo aprende a adaptar-se à solidão.

Espaço inclinado entre o chão e o céu, é no sótão que se acumulam objetos sem uso, histórias que ninguém conhece, fotografias por arrumar, medos que persistem. Mergulhando neste lugar de clausura e de criação, de vigilância e de liberdade, a autora interroga a própria ideia de casa: abrigo, prisão, promessa, ficção.

Madalena Sá Fernandes testa a resistência de soalhos e vigas como se fossem a engrenagem da memória, espreita da janela alta as copas das árvores para derrotar o medo, entrega-se ao silêncio para que se escute a sua escrita. Um sótão, afinal, nunca está vazio.

Arquitetado sobre a ideia de um movimento perpétuo entre passado e futuro – entre as casas que herdamos, as que tentamos construir e a possibilidade, sempre incerta, de encontrarmos um lugar onde por fim possamos ficar -, Sótão inscreve-se na tradição das narrativas que são uma chave para o presente que partilhamos.

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O preço original era: 17,55 €.O preço atual é: 15,80 €.

detalhes
ISBN: 9789895836246
Editor: Companhia das Letras
Data de publicação: Maio de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 147x233
Capa: Mole
Páginas: 208
Sub-tema:
Sinopse

Lugar mítico da infância, mas também da loucura. Arquivo misterioso da nossa história, e da sua efabulação. Abrigo ingénuo, ou esconderijo de fantasmas e fantasias. Quantas vidas cabem num sótão? Entre o pó e os ruídos da madeira, Madalena Sá Fernandes revisita episódios íntimos, memórias de violência e relações que deixaram marcas, balança entre a aprendizagem da autonomia e a ternura da maternidade, mostra como o corpo aprende a adaptar-se à solidão.
Espaço inclinado entre o chão e o céu, é no sótão que se acumulam objetos sem uso, histórias que ninguém conhece, fotografias por arrumar, medos que persistem. Mergulhando neste lugar de clausura e de criação, de vigilância e de liberdade, a autora interroga a própria ideia de casa: abrigo, prisão, promessa, ficção. Madalena Sá Fernandes testa a resistência de soalhos e vigas como se fossem a engrenagem da memória, espreita da janela alta as copas das árvores para derrotar o medo, entrega-se ao silêncio para que se escute a sua escrita. Um sótão, afinal, nunca está vazio.
Arquitetado sobre a ideia de um movimento perpétuo entre passado e futuro – entre as casas que herdamos, as que tentamos construir e a possibilidade, sempre incerta, de encontrarmos um lugar onde por fim possamos ficar –, Sótão inscreve-se na tradição das narrativas que são uma chave para o presente que partilhamos.

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sobre o autor

Madalena Sá Fernandes nasceu em Lisboa, em 1993. Licenciou-se em Línguas, Literaturas e Culturas pela Universidade Nova de Lisboa. Escreve crónicas no jornal Público. Leme, o seu livro de estreia, saiu em 2023, na Companhia das Letras. Deriva, o seu segundo livro, é composto por…

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