Diário da Paz e da Guerra

«O Tenente-General Alfredo Cruz refere, na introdução, que “O mundo mudou desde o fim da WW2, mas, infelizmente, as semelhanças entre os tempos de Estaline e Vladimir Putin são cada vez maiores”. Esta frase curta, mas plena de conteúdo, é um exemplo de como com textos curtos se podem obter conteúdos de e para profunda reflexão. Um dos grandes problemas para quem publica os seus textos relativos às guerras da Rússia na Ucrânia e de Israel em Gaza diz respeito à coerência de pensamento, mas sobretudo de valores, tratando o que é igual do mesmo modo e à luz dos mesmos princípios constantes na Carta das Nações Unidas ou na Declaração Universal dos Direitos Humanos ou nas Convenções de Genebra.
Por isso a coerência é uma segunda palavra-chave, que já vem da postura pessoal e profissional do autor, mesmo que lhe custe críticas mais ou menos inflamadas. Numa altura da vida em que poderia estar mais do lado dos críticos de sofá, continua a sujeitar-se ao escrutínio de camaradas e amigos, mas também de leitores mais ou menos informados sobre o fenómeno da Guerra nas suas diferentes vertentes. E o facto de ser recetivo às críticas e de as encarar como oportunidades de coerência e de permanente melhoria da sua escrita, constitui uma mais-valia para este Diário da Paz e da Guerra, que de Paz tem infelizmente muito pouco.»
Do prefácio pelo Major-General João Vieira Borges

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O preço original era: 11,90 €.O preço atual é: 10,71 €.

detalhes
ISBN: 9789893646014
Editor: Fronteira do Caos
Data de publicação: Setembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 236
Capa: Mole
Páginas: 157
Sinopse

«O Tenente-General Alfredo Cruz refere, na introdução, que "O mundo mudou desde o fim da WW2, mas, infelizmente, as semelhanças entre os tempos de Estaline e Vladimir Putin são cada vez maiores". Esta frase curta, mas plena de conteúdo, é um exemplo de como com textos curtos se podem obter conteúdos de e para profunda reflexão. Um dos grandes problemas para quem publica os seus textos relativos às guerras da Rússia na Ucrânia e de Israel em Gaza diz respeito à coerência de pensamento, mas sobretudo de valores, tratando o que é igual do mesmo modo e à luz dos mesmos princípios constantes na Carta das Nações Unidas ou na Declaração Universal dos Direitos Humanos ou nas Convenções de Genebra.
Por isso a coerência é uma segunda palavra-chave, que já vem da postura pessoal e profissional do autor, mesmo que lhe custe críticas mais ou menos inflamadas. Numa altura da vida em que poderia estar mais do lado dos críticos de sofá, continua a sujeitar-se ao escrutínio de camaradas e amigos, mas também de leitores mais ou menos informados sobre o fenómeno da Guerra nas suas diferentes vertentes. E o facto de ser recetivo às críticas e de as encarar como oportunidades de coerência e de permanente melhoria da sua escrita, constitui uma mais-valia para este Diário da Paz e da Guerra, que de Paz tem infelizmente muito pouco.»
Do prefácio pelo Major-General João Vieira Borges

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