O que Devemos uns aos Outros – Um novo Contrato Social

De uma das maiores especialistas em política económica do nosso tempo, um urgente reexame da forma como nos devemos apoiar uns aos outros para podermos prosperar.

Apercebamo-nos ou não, todos nós participamos diariamente no contrato social, através de obrigações mútuas para com a nossa família, a nossa comunidade, o nosso trabalho e os nossos concidadãos. Cuidar dos outros, pagar impostos e beneficiar dos serviços públicos define o contrato social que nos apoia e nos une enquanto sociedade. Hoje, porém, o nosso contrato social foi quebrado pela mudança dos papéis de género, pela tecnologia, pelos novos modelos de trabalho, pelo envelhecimento da população e pelos perigos decorrentes das alterações climáticas.

Minouche Shafik guia-nos através das diversas fases da vida — estudar, trabalhar, criar os filhos, adoecer, envelhecer —, para mostrar como é possível reordenar as nossas sociedades.

10%Desconto

O preço original era: 24,90 €.O preço atual é: 22,41 €.

detalhes
ISBN: 9789724429168
Editor: Edições 70
Data de publicação: Setembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 156x237
Capa: Mole
Páginas: 272
Sinopse

De uma das maiores especialistas em política económica do nosso tempo, um urgente reexame da forma como nos devemos apoiar uns aos outros para podermos prosperar.

Apercebamo-nos ou não, todos nós participamos diariamente no contrato social, através de obrigações mútuas para com a nossa família, a nossa comunidade, o nosso trabalho e os nossos concidadãos. Cuidar dos outros, pagar impostos e beneficiar dos serviços públicos define o contrato social que nos apoia e nos une enquanto sociedade. Hoje, porém, o nosso contrato social foi quebrado pela mudança dos papéis de género, pela tecnologia, pelos novos modelos de trabalho, pelo envelhecimento da população e pelos perigos decorrentes das alterações climáticas.

Minouche Shafik guia-nos através das diversas fases da vida — estudar, trabalhar, criar os filhos, adoecer, envelhecer —, para mostrar como é possível reordenar as nossas sociedades.

Partilhar:
Outras sugestões