Morro da Pena Ventosa

O morro da Pena Ventosa fica lá no cimo, nesse Porto antigo, onde dizem que nasceu a cidade. No morro da Pena Ventosa, as casas encavalitam-se umas nas outras e nelas sobrevivem a custo os velhos moradores, aqueles que construíram a invicta e que o turismo e a modernidade vão empurrando para os subúrbios. No morro da Pena Ventosa, são as gentes que dão o colorido às vielas escuras aonde o sol quase não chega e onde subsiste a memória coletiva de um povo que se diz tripeiro. E é no morro da Pena Ventosa que vivem as personagens deste livro, a Beta e a avó, a D. Lisete e o Dr. Belarmino, o Navalhadas e o Fulminantes, o Luís Miguel Ideias e O-da-Pastinha, nessa janela com vista para o Douro. Ou assim é até a narradora nos trocar as voltas.

Ficção e realidade entretecem-se habilmente nas mãos de Rui Couceiro, que habita o universo do realismo mágico como se aí tivesse a sua morada. Repleto de personagens ímpares e de grande fulgor imaginativo, este livro não só é uma ode à cidade do Porto e ao rio que a banha, mas às suas gentes. Tocando temas como a gentrificação, as alterações climáticas e a perda, claro, Rui Couceiro consolida neste seu segundo romance tudo o que Baiôa sem Data para Morrer já prometia.

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O preço original era: 19,99 €.O preço atual é: 17,99 €.

detalhes
ISBN: 9789720038289
Editor: Porto Editora
Data de publicação: Junho de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 152x235
Capa: Mole
Páginas: 384
Sub-tema:
Sinopse

O morro da Pena Ventosa fica lá no cimo, nesse Porto antigo, onde dizem que nasceu a cidade. No morro da Pena Ventosa, as casas encavalitam-se umas nas outras e nelas sobrevivem a custo os velhos moradores, aqueles que construíram a invicta e que o turismo e a modernidade vão empurrando para os subúrbios. No morro da Pena Ventosa, são as gentes que dão o colorido às vielas escuras aonde o sol quase não chega e onde subsiste a memória coletiva de um povo que se diz tripeiro. E é no morro da Pena Ventosa que vivem as personagens deste livro, a Beta e a avó, a D. Lisete e o Dr. Belarmino, o Navalhadas e o Fulminantes, o Luís Miguel Ideias e O-da-Pastinha, nessa janela com vista para o Douro. Ou assim é até a narradora nos trocar as voltas.

Ficção e realidade entretecem-se habilmente nas mãos de Rui Couceiro, que habita o universo do realismo mágico como se aí tivesse a sua morada. Repleto de personagens ímpares e de grande fulgor imaginativo, este livro não só é uma ode à cidade do Porto e ao rio que a banha, mas às suas gentes. Tocando temas como a gentrificação, as alterações climáticas e a perda, claro, Rui Couceiro consolida neste seu segundo romance tudo o que Baiôa sem Data para Morrer já prometia.

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sobre o autor

Rui Couceiro nasceu no Porto, em 1984. Trabalhou no meio editorial durante duas décadas, primeiro como assessor de comunicação da Porto Editora e mais tarde como editor da Bertrand, onde criou e dirigiu durante dez anos a chancela Contraponto. Atualmente, encontra-se a comissariar o evento…

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