Abandono Vigiado

O oxímoro presente no título, Abandono Vigiado, figura cara à estética de choque surrealista, junta numa tensão antagónica a abertura da «entrega», o «abandono», a queda na sua forma substantiva, e o adjectivo «vigiado».[Golgona Anghel]

O terceiro livro de Alexandre O’Neill, Abandono Vigiado, editado pela primeira vez em 1960 na mítica coleção «Poesia e Verdade» da Guimarães Editores, foi à altura a confirmação do conseguimento estético de um poeta que não havia parado de ousar. Embora integrando três poemas do livro anterior, outros publicados dispersamente em periódicos, é também um livro de grandes inéditos: lembremos o belíssimo «Velhos de Lisboa», retrato impiedoso de uma cidade triste e alegre, ou o conjunto de «Divertimentos com sinais ortográficos», casamento perfeito entre o humor de O’Neill e a arte gráfica de Sebastião Rodrigues nos idos tempos da revista Almanaque. Esta edição conta ainda com um posfácio de Golgona Anghel.

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O preço original era: 14,39 €.O preço atual é: 12,95 €.

detalhes
ISBN: 9789723724608
Editor: Assírio & Alvim
Data de publicação: Janeiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 147x205
Capa: Mole
Páginas: 120
Sub-tema:
Sinopse

O oxímoro presente no título, Abandono Vigiado, figura cara à estética de choque surrealista, junta numa tensão antagónica a abertura da «entrega», o «abandono», a queda na sua forma substantiva, e o adjectivo «vigiado».[Golgona Anghel]

O terceiro livro de Alexandre O’Neill, Abandono Vigiado, editado pela primeira vez em 1960 na mítica coleção «Poesia e Verdade» da Guimarães Editores, foi à altura a confirmação do conseguimento estético de um poeta que não havia parado de ousar. Embora integrando três poemas do livro anterior, outros publicados dispersamente em periódicos, é também um livro de grandes inéditos: lembremos o belíssimo «Velhos de Lisboa», retrato impiedoso de uma cidade triste e alegre, ou o conjunto de «Divertimentos com sinais ortográficos», casamento perfeito entre o humor de O’Neill e a arte gráfica de Sebastião Rodrigues nos idos tempos da revista Almanaque. Esta edição conta ainda com um posfácio de Golgona Anghel.

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