O colo (não) vicia

«O colo (não) vicia é uma ponte entre gerações, entre ciência e experiência, entre intenção e prática. Uma ponte que não nega o passado, mas também não se submete a ele e sobretudo nos convida à responsabilidade.» INÊS GAYA

“No meu tempo, não havia birras.”“O castigo ensina.” “Trata todos os filhos da mesma maneira.”

Já não se educa como antigamente. Com base no que hoje sabemos sobre o cérebro, o vínculo e o desenvolvimento infantil, O colo (não) vicia convida a revisitar ideias que foram aceites sem questionar e acabaram por moldar a forma como educamos – verdadeiras heranças invisíveis que continuam a influenciar as nossas decisões.

Inspirada no provérbio africano “é preciso uma aldeia para criar uma criança”, Filipa Castanhinha cruza o conhecimento científico com a experiência prática com famílias para desconstruir mitos e lançar novas perspetivas sobre os desafios atuais de educar.

Esta obra abre espaço ao diálogo entre gerações, convidando a uma parentalidade menos polarizada e mais consciente, menos solitária e mais partilhada, porque educar pode (e deve) ser um caminho feito em conjunto.

10%Desconto

O preço original era: 17,75 €.O preço atual é: 15,98 €.

detalhes
ISBN: 9789897394348
Editor: Albatroz
Data de publicação: Junho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235
Capa: Mole
Páginas: 320
Sub-tema:
Sinopse

«O colo (não) vicia é uma ponte entre gerações, entre ciência e experiência, entre intenção e prática. Uma ponte que não nega o passado, mas também não se submete a ele e sobretudo nos convida à responsabilidade.» INÊS GAYA

“No meu tempo, não havia birras.”“O castigo ensina.” “Trata todos os filhos da mesma maneira.”

Já não se educa como antigamente. Com base no que hoje sabemos sobre o cérebro, o vínculo e o desenvolvimento infantil, O colo (não) vicia convida a revisitar ideias que foram aceites sem questionar e acabaram por moldar a forma como educamos – verdadeiras heranças invisíveis que continuam a influenciar as nossas decisões.

Inspirada no provérbio africano “é preciso uma aldeia para criar uma criança”, Filipa Castanhinha cruza o conhecimento científico com a experiência prática com famílias para desconstruir mitos e lançar novas perspetivas sobre os desafios atuais de educar.

Esta obra abre espaço ao diálogo entre gerações, convidando a uma parentalidade menos polarizada e mais consciente, menos solitária e mais partilhada, porque educar pode (e deve) ser um caminho feito em conjunto.

Partilhar:
Outras sugestões